11.1.09

Ah, a genética... ops, não, não.

Estava eu aqui, na quietude do meu lar, curtindo o melhor que  a vida pode me dar (calor dos infernos, sono, TPM...  aquelas coisas) quando ouço vozes femininas:

-Marcooooooooooo, Marcos Antôôôôôôônio.

Será, meu deus, será?

Esperei. 

E de novo:

- Vamos: 1, 2, 3 e já. MÁÁÁÁÁÁÁRCÔÔÔÔS. MARCOS ANTÔÔÔOÔÔNIO.

Não. Não pode ser.

- MÁÁÁÁÁÁÁRCÔÔÔÔS. MARCOS ANTÔÔÔÔÔÔNIO.

Jesus, é uma procissão de menininhas procurando o MEU AFILHADO DE SETE ANOS e GRITANDO O NOME DELE EM JOGRAL.

Eu fui à janela, e me deparo com QUATRO meninas. 

Eu me escancarando de rir: 

- Meninas, ele não está aqui hoje, não.

(ele não mora aqui em casa)

Elas: muxoxo e carinha de decepção.

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Meu afilhado tem mais sex appeal que eu.

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A propósito. O Pedro me passou a bola e eu repasso pro Caio, que anda meio sumido mas eu o amo assim mesmo.

Aeeeeeeeee!

2 ficando fora de si:

Pedro disse...

Perder em sex appeal pra criança é de lascar (putz, que gíria idosa!). Mas acontece.

caicko disse...

hehehehhe... o Marcos Antônio tá com tudo e não tá prosa!! Esse é carioca mesmo!! Tô lisongeado com o selo, Karo. E o sumiço deve-se a correrias mil. Mas cá estou, preparando um post novo só pra incluir o selo. Um xêro no cangote, coisa linda.